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A resposta

Ultimamente tenho tido a sorte de ser convidada para dar a minha opinião e partilhar a minha experiência sobre a entrada no mercado de trabalho, preparação de CVs e gestão de carreiras. Tento sempre ser o mais honesta possível, desconstruindo ideias pré-concebidas acerca do trabalho nesta área. Considero que é melhor abalar um sonho do que tentar salvar alguém de um pesadelo.

Costumo dizer que o melhor conselho que posso dar é: nunca deixem de apostar na vossa formação e tentem chegar ao mercado de trabalho com alguma experiência, seja ela na área que estudam ou não.

Muitas vezes perguntam-me como se podem distinguir dos demais CVs. Na área da comunicação, e do marketing em particular, procuro explicar que se deve evitar o formato de CV europeu e apostar em formas diferentes de se apresentarem a uma empresa. Pensem que são um produto e tentem vender-se.

Esta semana fui confrontada com 10 razões pelas quais não deveríamos contratar um candidato. Comecei a ler. Ri, voltei a rir e fiquei com vontade de conhecer melhor essa pessoa. Afinal de contas, quem se deu a tanto trabalho para chamar a atenção, merece ser ouvido. E não podíamos simplesmente pegar no telefone e ligar ao candidato. Há que ser original.

Começámos por pensar na forma como deveríamos fazê-lo. O vídeo foi o veículo escolhido. Precisávamos de dar uma resposta rápida e não tínhamos disponibilidade para construir um vídeo de raiz. Pensámos em fazer um jogo para o nosso candidato. Do you want to play a game faz soar campainhas aí desse lado? Assim foi. Lançámos-lhe um desafio. Teria de se deslocar a um local e fazer um pedido estranho. A partir daí ser-lhe-ia fornecida uma pista para desvendar a chave da etapa seguinte. Assim conhecemos o Luís. Mais desenvolvimentos num próximo episódio…

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