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Será o branding uma farsa?

Será o Branding uma farsa?

O nosso Founder & CEO, João Fernandes, foi um dos destaques na revista “On Startups” na edição do mês de agosto, com o artigo “Será o Branding uma farsa?”. Este destaque aborda uma temática controversa no dia a dia dos profissionais de Marketing.

João Fernandes explica que, o conceito de Branding vai muito mais além do desenvolvimento logotipo ou de uma identidade visual visto que, é necessário delinear uma estratégia em torno da empresa. Obviamente que o logotipo e respetiva identidade são elementos importantes para a caracterização de uma marca, mas não são o suficiente. É por esta razão que o ideal seria a criação de um logotipo e de uma identidade, em conformidade, com uma estratégia e outros recursos de marketing, com o objetivo de trabalharem em conjunto para contar uma história sobre o produto junto do público-alvo. É com base nesta premissa que, é possível criar uma ligação emocional entre a marca e público.

Na FAmazing, nós fazemos Branding! Mas não nos enganamos sobre os resultados que podemos conseguir com isso, pois estamos a falar, apenas, do início de uma relação entre o produto e as pessoas.


Artigo na íntegra


“Como agência de marketing digital irreverente, achamos justo abordar a pergunta diretamente e sem tabus.

Certamente, a palavra branding, ou em português a criação de marca, pode parecer à primeira vista uma treta. Passo a explicar: se perguntar a dez pessoas que trabalhem em marketing o que é a criar uma marca, é quase certo que tenha dez respostas diferentes.

A maioria das pessoas pensa em branding como desenvolvimento de um logotipo ou uma identidade, mas um logotipo ou identidade são apenas o aspeto visual e representativo de uma marca. Pode desenvolver-se uma linha gráfica e pode ser planeada uma estratégia, mas esses elementos não são uma marca.

Não digo que um nome, logotipo, slogan ou recursos de marketing não exerçam influência significativa sobre como as pessoas percecionam uma marca. As escolhas que levam ao nome e ao design têm também um forte impacto e influência sobre o que sentimos. Claramente, que o nome, o posicionamento e até mesmo a embalagem de um produto pode influenciar como as pessoas percecionam uma determinada marca. Mas, todas estas atividades não criam uma marca.

Uma marca é efémera, e existe apenas no consciente das pessoas. Assim, por definição, os criativos ou designers não podem marcar empresas ou produtos. Estes, só podem produzir ideias e criar ativos que influenciam a maneira como as marcas são percecionadas na mente das pessoas. Cada marca transmite um conjunto de valores e ideais, mas cada pessoa faz a sua interpretação de forma diferente, de acordo com a sua experiência de vida.
É claro que estas perceções podem ser influenciadas pelo design ou pelas ideias, mas não passa disso. O ideal é que um logotipo, design de identidade, estratégia e outros recursos de marketing trabalhem juntos para contar uma história sobre o produto e assim criar uma ligação emocional entre a marca e seu público. No entanto, se a qualidade do produto for má ou se a sua empresa transparecer valores morais negativos, até mesmo o mais inteligente logotipo ou identidade não ajudará.

Apesar disto, nós na Fucking Amazing, referimos que somos uma agência criativa de marketing digital, e que por sua vez fazemos branding. Mas a verdade, é que criamos estratégias para as empresas. Damos aos empresários os recursos criativos e estratégicos que precisam para entrar no mercado e prosperar, mas não podemos controlar a qualidade dos seus produtos, a qualidade dos seus serviços ou se o CEO da empresa decide ir caçar elefantes por diversão. E esses fatores, contam muito mais do que um logotipo bonito ou uma estratégia de marca bem escrita, e são o que marcará uma empresa ou produto.

Então sim: nós fazemos Branding. Mas não nos enganamos sobre o que podemos ou não conseguir com isso. Porque para estabelecer uma marca forte com um público fiel, o que as empresas chamam de branding é apenas o começo de uma relação entre o produto e as pessoas.”

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