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O “Real Time Marketing” é real.

Qualquer profissional de marketing digital, focado na gestão da presença online de uma marca, mais precisamente nas redes sociais, tem a perfeita noção da dificuldade que é criar um conteúdo. Um bom conteúdo. E, sejamos sinceros, todo o processo de criação de um suposto bom conteúdo é baseado em suposições e “achismos” (como costumo dizer), até o mesmo ser lançado e verificarmos que, de facto, correspondeu às expectativas em termos de aceitação e interação dos utilizadores. A análise do comportamento dos seguidores é extremamente importante aqui para ajudar a tornar os “achismos” em certezas, potenciando assim a comunicação online das marcas.

As redes sociais estão totalmente saturadas de marcas, marcas estas desesperadas por visibilidade e engagement. Enquanto profissionais de marketing digital, o que podemos fazer para que as nossas marcas ganhem destaque e mantenham a sua autenticidade? O que ontem era considerado um bom conteúdo, hoje pode deixar de o ser. O que hoje se torna viral, amanhã passa a ser irrelevante.

O Real Time Marketing (RTM) tornou-se numa estratégia que confere aos marketers uma postura mais ousada, espontânea e descontraída na gestão da presença online das marcas. As redes sociais tornaram-se, assim, no principal palco para a utilização do marketing em tempo real, exigindo uma presença constante e uma maior atenção às tendências digitais.

A chave para o sucesso deste tipo de conteúdos, se é que existe, está na antecipação. Tentarmos prever o que se pode tornar trendy ou não. Pode parecer fácil, mas está longe disso. Mais, será que esse conteúdo faz sentido para a marca em questão? Ou é um tiro no pé e estamos a deitar tudo por terra?

Daí a importância de um bom plano de comunicação que, em conjunto com uma boa análise de comportamento da nossa audiência, nos fornecerá grande parte das respostas que procuramos. Audiência esta que tem um papel importantíssimo, sem se aperceber, no processo de idealização de um conteúdo, principalmente quando falamos em Real Time Marketing.

Ora vejamos. Não existe presença online em “real time” se não tivermos uma atenção especial e constante a tudo o que se passa à nossa volta e, principalmente, o que o nosso público fala, dentro e fora das redes sociais.

O Social Listening é, assim, um trabalho diário, mas também o primeiro passo para o RTM. O mais fascinante disto tudo é verificarmos que os seguidores passam a ser não só consumidores dos conteúdos, mas participantes na produção dos mesmos.

O segundo passo, e não menos importante, é o timing. Todos os temas abordados, online ou offline, carecem de uma curva de relevância que perde força ao longo do tempo. Ou seja, o que se pode tornar viral agora, passado umas horas torna-se banal ou comum. É preciso encontrar o momento oportuno e agir, com inteligência e criatividade, assumindo riscos e a ausência de controlo absoluto sobre o conteúdo. É a verdade, pura e crua.

Mas porque é tão importante o RTM?

Para nós, marketers, é um desafio e uma exigência acrescida. Mas permite-nos ter uma liberdade criativa e uma espontaneidade que nos dá um gozo imenso. Para as marcas, é uma oportunidade incrível para gerarem buzz e engagement, fomentando assim a relação com os seus seguidores nas redes sociais. Para além disso, e como costumo dizer várias vezes na FAmazing, estes são momentos que ajudam a humanizar a marca e mostrar que a mesma acompanha as tendências do dia a dia.

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