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#3 Eu é mais…Design. – A evolução do design e das marcas.

O design não é mais o que era. Há alguns anos, as marcas e consequentemente as pessoas, viam o design como algo que não seria importante para a sua notoriedade e destaque empresarial. Hoje em dia, isso não é assim! O design não está morto, veio mesmo para ficar (e perdurar no tempo) e precisamos de mudar cada vez mais o mindset para projetarmos a visão certa sobre ele.

Com o decorrer dos anos, e longínquo vai o tempo do movimento Arts and Crafts (que continua ainda hoje a influenciar estilos), não existe um método único ou específico que domine a área do design, mas sim uma mistura de técnicas e estilos de design. Eu fui aperfeiçoando as minhas skills à medida que trabalhava com as marcas e ouvia as “dores” dos clientes. As tendências surgem e mudam de ano para ano ou até mesmo de mês para mês, pelo que precisamos de estar constantemente à frente no tempo.

Se em determinado período, existia mais o uso de texto que se misturava com imagens fortes e permitia que os designers criassem impactos visuais únicos em branding e web. Agora podemos falar de uma outra tendência que existe (além de outras), como a inserção cada vez mais de imagens e iconografia “flat”, design minimalista e adição de vídeos em canais de marketing. A isto juntamos websites responsivos e publicidade impressa que se mistura cada vez mais com os dispositivos móveis, trazendo assim uma nova e mais envolvente experiência às pessoas.

Obviamente que o design e as marcas também foram influenciados pela Internet e com a evolução da tecnologia. Digo até que há claramente uma imposição do minimalismo, de que eu sou fã, esquecendo um pouco a comunicação apenas emocional. Em conjunto com a mensagem a comunicar, a hierarquia visual e os tipos de letra personalizados, tornaram-se muito importantes para o resultado final de um projeto. Os potenciais consumidores de uma determinada marca são constantemente invadidos com informações que os aborrecem, passando assim despercebidos. Para evitarmos isto e seguindo a linguagem minimalista, a evolução do design deve assentar na eficácia de uma mensagem clara, direta e prática.

Os clientes e marcas em geral estão muito mais preparados para aceitar o design tal como ele é: importante, criativo e comunicativo. Isto, na minha perspectiva, permite-nos caminhar e crescer com eles num longo percurso criativo e de ligação/humanização. A mentalidade das pessoas de há 13 anos para cá, em que dei os primeiros passos como freelancer a trabalhar marcas nacionais e internacionais, mudou radicalmente. Tenho sempre como objetivo principal, e enquanto equipa, criar um design único, aliado a uma boa comunicação e com um foco: as pessoas. Sempre as pessoas! O meu lema sempre foi, e é agora na FAmazing, evoluir todos os dias juntamente com os clientes e marcas para estar na vanguarda online e offline.

É com esta consciência e com uma imagem cuidada e coerente, que existirão identidades mais fortes. Complemento a dizer que a evolução do design gráfico se tornou num fator primordial para gerar um melhor posicionamento perante a concorrência e transmitir os valores certos da marca. Ninguém sabe para onde irá caminhar o design no futuro, mas a experiência das pessoas certamente permanecerá no topo. O design irá tornar-se mais personalizado e interativo com o passar do tempo.

Finalizo com uma frase que costumo usar na minha filosofia: o design (e a sua aplicabilidade) é quase como Deus, está em todo o lado. E as marcas precisam dele e de “respirar” do seu “ar”. A evolução deve estar presente e é o que lhes permite abrir portas nos vários sentidos comunicativos e para os vários cantos do mundo.

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